MARIANA PACHECO ENTREVISTA PARA A REVISTA MÁXIMA
- Mariana Pacheco Fãs

- 28 de out. de 2017
- 2 min de leitura

Trabalham horas a fio, batem-se de igual para igual contra monstros sagrados da representação, são disputadas por realizadores de televisão e de cinema. A câmara adora-as. Só a idade e a beleza lhes rouba a inocência porque estas cinco actrizes respiram talento. O futuro é delas.
Mariana
É a mais velha (25 anos) deste grupo de atrizes. A mais experiente. Tem 14 anos de carreira, "com algumas pausas para estudar", e isso nota-se no seu discurso, ao mesmo tempo calmo e eloquente.
Estreou-se na novela O Jogo, em 2002, e de lá para cá, além de vários papéis em televisão, já fez cinema, um musical e até participou no Festival da Canção Júnior, em 2006.
Em 2016, recebeu o Globo de Ouro Revelação do Ano que coincidiu com a sua primeira protagonista. Agora, repete a proeza na novela Espelho d'Água, em exibição na SIC.
"Esta personagem, a Rita, tem uma garra brutal. A parte engraçada é que depois de uma protagonista vilã, má como as cobras, com uma personalidade muito complexa, muito pesada, mas muito humana também, surge novamente uma personagem carregada disso tudo mas para o lado bom. Elas têm muitas semelhanças porque têm muita força, a Rita não é nenhuma 'mosca-morta', também faz coisas erradas, como todos nós."
A música é o eterno segundo amor: não está em segundo plano, apenas num outro plano. "Nestas áreas não acho que se deva forçar. Para o ano, eu gostava de ter mais tempo para escrever, para compor, mas não é nada com prazo marcado, não quero dar um passo em falso. E também é esta a diferença entre a música e a representação: na representação agarramos papéis que nos são dados, somo sempre outras pessoas e construímos em cima disso. Na música é muito mais difícil porque, obviamente, quero fazer uma coisa que transmita exatamente aquilo que eu sou, acho que essa é a magia da música."
Uma magia que se estende ás pequenas coisas do quotidiano - a sua juventude atípica não encaixa no mundo voraz de likes e de redes socias. "É assustador. Sou muito old school, sou uma alma velha. Se pudesse ainda mandava cartas às pessoas."
Fonte: Máxima







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